Mostrando postagens com marcador Fotógrafo da Vez. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fotógrafo da Vez. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Fotógrafo da Vez: João Silva

janeiro 12, 2012 | por Helosa Araújo

Ainda antes de 2012 chegar, Cid Costa sugeriu que eu postasse em 'Fotógrafo da Vez' os fotógrafos do Bang Bang Club. Eu sabia que já havia lido a respeito (com tantos nomes de fotógrafos, minha memória falha, as vezes), mas só foi cair a ficha quando fiz a primeira pesquisa, e fiquei realmente muito feliz pela sugestão!

E o primeiro, claro, João Silva. Nasceu dia 9 de Agosto de 1966 em Lisboa. Um fotógrafo que guerra membro do grupo Bang Bang Club e fotógrafo do The New York Times. Conhecido pela seu fanatísmo pelas guerras, tem sede de documentar as vidas, fatos e acontecimentos históricos.

João Silva é ainda mais conhecido pela superação e história. Dia 23 de outubro, durante uma de suas aventuras fotográficas de guerra, no sul do Afeganistão, pisou em uma mina e ficou gravemente ferido. João teve suas duas pernas amputadas. E mesmo enquanto estava ferido, continuou a fotografar. No final de Julho de 2011 - após passar por um longo processo de readaptação motora com próteses - voltou a trabalhar como fotojornalista. Força e coragem são duas palavras que descrevem perfeitamente esse fotógrafo.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Fotógrafo da Vez: Gilles Peress

dezembro 29, 2011 | por Helosa Araújo

Foto: Life / Reprodução
Nosso último 'fotógrafo da vez' DO ANO é o dramático Gilles Peress. Sem cor e muita emoção é o que Gilles faz com suas imagens tiradas no sertão (lembra um pouco nosso querido Sebastião Salgado).

Gilles Peress nasceu no dia 29 de dezembro de 1946 na França e estudou na conhecida "Institut d'Etudes Politiques" de 1966 à 1968 e na Universidade Vicennes de 1968 à 1971. Associou-se a agência Magnum Photos em 1972 e hoje é representado pela Haward Greenberg Gallery em Nova York.

Sua história com a fotografia começou ainda em 1970, após o contato com a vida de uma aldeia francesa, juntou-se então a Magnum Photos que serviu de apoio para aprimorar seu olhar. Peress viajou para muitos lugares em busca de novos olhares, até encontrar o que queria na Irlanda, onde começou um projeto de 20 anos sobre a luta pelos direitos civis. "O Poder do Sangue" é o título do livro que resultou seu projeto. Projeto este que deu apenas início ao projeto atual "Hate Thy Brother". Mas, sua obra mais conhecida é o "Telex Iran" documentado na revolução no Irã em 1979. E outros projetos humanistas fazem parte da história do Gilles Peress.

Gilles é um desses fotógrafos renomados com grandes história e lindas oportunidades! Uma lista vasta de prêmios incluindo bolsas - uma dela a famosa Guggenheim da França - recebeu o prêmio de W. Eugene Smith em 1984 de 'fotografia humanista'.

Com tanta oportunidade, tudo o que ele faz é trabalhar para documentar quem precisa.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Fotógrafo da Vez: Diane Arbus

dezembro 15, 2011 | por Helosa Araújo

Diane Arbus, 1949, por Allan Arbus / WikiCommons
Depois de um tempo sem postar (por motivos maiores - trabalhos a mil) volto com tudo e com Diane Arbus (minha fotógrafa favorita - por conta da sua história).

Novaiorquina, Diane Nemerov (nome de solteira) nasceu no dia 14 de Março de 1923. Tudo começa quando casa-se com Allan Arbus (fotógrafo) aos 18 anos. O acompanhamento com a profissão de seu marido abriu um olhar diferente sobre a vida, um observatório subjetivo que apenas Diane Arbus teria. Um olhar que ela aprendeu a expressar através da fotografia.

Até então fotógrafa experimental, começou a fotografar com seu marido, e descobriu sua paixão pelos retratos. Usava (apenas) uma Rolleiflex com duas objetivas, uma câmera que, por ser usada na altura do corpo dava uma proximidade com o objeto fotografado e optou por usar o flash durante o dia, sua intenção era destacar ao máximo o objeto do fundo. Allan Arbus foi apenas seu primeiro instrutor, depois vieram Alexey e Richard Avedon (somente, né?). Após as orientações de mestres como esses, Arbus passa a ser Fotojornalista, trabalhando na Esquire, The New Yor Times Magazine, Harper`s Bazaar e Sunday Times.

As suas imagens com flashs durante o dia ainda renderam duas bolsas Guggenheim (1962 e 1966) expostas pela primeira vez num museu em 1967 (coletiva New Documents Museum of Modern Art).

É, mas não foi tão fácil assim, marido fotógrafo, orientações com mestres e bolsas Guggenheim, não a livravam do preconceito que sofria. Diane Arbus escolheu como seu principal foco, os deficientes mentais, físicos, anões e todo tipo de pessoa que fosse "fora dos padrões". Foi chamada de louca, desconsiderada e fazia plantão em suas exposições fotográficas para tentar evitar as cuspidas (literalmente) dos observadores.

Apesar de gloriosa, Arbus teve uma vida turbulenta e se envolveu demais com seus fotografados, só ela sabe o que ela viu, né? Em Julho de 1971 Diane Arbus se suicidou tomando barbitúricos e cortando os pulsos. Sua exposição que foi concebida pelo curador John Szarkowski (1972) virou livro e tornou-se um dos mais influentes catálogos da história da fotografia, depois foi impresso mais 12 vezes.

Em 2007 foi interpretada por Nicole Kidman, no filme "A Pele", que tenta mostrar a tensão e as pertubações que passavam pela cabeça da fotógrafa.



Uma ótima quinta a todos! ;)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Fotógrafo da Vez: Ansel Adams

outubro 20, 2011 | por Helosa Araújo

O fotógrafo da vez de hoje é o lendário Ansel Adams. Nascido em 20 de Fevereiro de 1902 nos Estados Unidos, vindo de uma família tradicional, Ansel dedicava sua vida à música, tocando piano. Começou a fotografar aos 14 anos, com sua Kodak nº1 (presente dos pais) em uma viagem em família. Pouco tempo depois participou do Sierra Club (associação ecolista dos Estados Unidos), o que abriu portas para seu trabalho enquanto fotógrafo.

Em 1922 suas primeiras fotografias foram publicadas e em seguida expôs a sua primeira coleção individual. Aos 18 anos, Ansel já ganhava o bastante para se sustentar, transferindo sua paixão para fotografia e deixando o piano um pouco de lado.

Em 1932 Ansel contribuiu para a história da fotografia, ao se aventurar em busca da fotografia enquanto arte pura, ajudando um grupo de fotógrafos (Edward Weston, Willard Van Dyke, Imogen Cunningam e outros) a fundar o Grupo f/64 que pensavam fotografia de forma reta, procurando por imagens mais nítidas e maior profundidade de campo, testando suas capacidades físicas, em papeis menos brilhosos o que foi importante para Ansel Adams entender e exercer a fotografia como arte, servindo de exemplo e fonte de pesquisa para todo e qualquer fotógrafo. 

"O nome deste grupo deriva de um número do diafragma das lentes fotográficas. Isso significa um largo alcance de qualidades da claridade e definição da imagem fotográfica que é um importante elemento no trabalho dos membros deste grupo."

Ansel Adams, conhecido como fotógrafo técnico, faleceu dia 22 de abril de 1984 de insuficiência cardíaca agravada por um câncer.



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Fotógrafo da Vez: Arnaldo Pappalardo

outubro 06, 2011 | por Helosa Araújo

Reprodução
Nosso querido Brasil tem grandes nomes da Fotografia que entraram para a história. Um deles é o Arnaldo Pappalardo, paulistano, nascido em 1954 que, apesar de ter-se graduado em Arquitetura e Urbanismo (o que não deixa de ter ligação com a Fotografia) dedicou-se quase que integralmente sua vida à fotografia.

Arnaldo começou a fotografar profissionalmente aos seus 22 anos, em São Paulo. Em seguida tornou-se professor da área. Não demorou muito e Arnaldo já era considerado um dos melhores profissionais da fotografia publicitária, trabalhando para as melhores agências nacionais de publicidade. Hoje possui um estúdio fotográfico com o seu nome.

Alguns Prêmios:
  • 1984 - São Paulo - Prêmio Fotografia/Revelação da Associação Paulista dos Críticos de Arte;
  • 1987 - São Paulo - Prêmio Destaque de Fotografia, do Clube de criação de São Paulo;
  • 1988 - São Paulo - Grand Prix - Prêmio Colunistas
  • 1988 - São Paulo - Relatório Anual Souza Cruz "Raízes"
  • 1996 - Rio de Janeiro - Prêmio Nacional de Fotografia/Funarte

O 'Fotógrafo da Vez' é muito bom para conhecer trabalhos de fotógrafos de todos os lugares do mundo, mas é muito bom também para valorizar nossos queridos fotógrafos nacionais analizando que dificuldades todos nós temos, e que podemos passar a a vida inteira para sermos reconhecidos.



Algumas das obras de Arnaldo Pappalardo podem ser adquiridas através da galeria Fotospot.

Fonte: Itaú Cultural

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Fotógrafo da Vez: João Roberto Ripper

setembro 22, 2011 | por Helosa Araújo

Foto: Fátima Monteiro / Reprodução
Agora é a vez do carioca foto documentarista fantástico, que trabalhou como repórter-fotográfico durante algum tempo para os principais meios de comunicação do Rio de Janeiro como o Diário de Notícias, O Globo e Imagens da Terra.

Ripper se envolve com tudo que a fotografia documental pode influenciar. Foi diretor na Associação dos repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro, do Sindicado dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro e da Federação Nacional dos Jornalistas. Coordenou as campanhas pela obrigatoriedade do crédito na fotografia, idealizou e coordenou o Projeto Imagens do Povo do Observatório de Favelas e muitos outros mais. Se você pensou "esse cara não para", então, você acertou.

Hoje trabalha como freelancer para o Washington Post, New York Tims, Le Mond, Herald Tribune, Revista Tempo, Revista Senac, Revista Veja, entre outras e é professor do curso de Pós-Graduação em "Fotografia como Instrumento de Pesquisa nas Ciências Sociais" da Universidade de Cândido Mendes, no Rio de Janeiro.

Um de seus trabalhos autorais (ainda em desenvolvimento) é a documentação social de comunidades indígenas do Mato Grosso do Sul (começou a 13 anos), principalmente da tribo Guaranis-Kaiowás.

Dá gosto de conhecer a vida desses grandes fotógrafos, ver uma vida de dedicação por todos os lados, e eu sempre tenho a sensação de que temos muito ainda o que doar para a fotografia.


© João Roberto Ripper

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Fotógrafo da Vez: Jeff Widenner

agosto 25, 2011 | por Helosa Araújo

Foto: Richard Miller / Reprodução
Um grande fotógrafo que com certeza, mudou o mundo com suas imagens. Jeff Widenner, americano, nascido em 11 de Agosto de 1956, estudou na California em Los Angeles Pierce College and Moorpark College onde formou-se em Fotojornalismo, e logo em seguida em 1974 recebeu uma bolsa Kodak Scholastic National Photography Scholarship. Quatro anos depois, Widenner já estava trabalhando como fotógrafo dos jornais locais, e aos 25 anos era fotógrafo oficial da United Press International. Não demorou muito para ser um grande fotógrafo de Guerra conhecido.

Widenner ganhou muitos prêmios como fotojornalista, mas o que marcou a sua carreira (e o mundo) foi um imagem que captou de um solitário prostetante a frente de uma fileira de tanques de guerra em 1989, na China. A imagem ficou conhecida como "O Rebelde Desconhecido". Eu era pequena na época e lembro muito bem dessa imagem! Dia seguinte ela estava estampada em jornais de todo o mundo! Que hoje é protegida por direitos autorais somente americanos podem usá-la. Widenner fez a foto de um Hotel em Pequim a 800 metros de distância, com uma lente de 400mm. Claro, pouco tempo foi indicado a prêmios com a famosa imagem, um deles foi o Pulitzer.

Foto: Jeff Widenner / Associated Press / Reprodução
De todos os fotógrafos de guerra que pesquisei, Jeff me chama atenção por ser um dos mais jovens, e ainda vivo. Imagino que seja ainda mais árduo o trabalho de um fotógrafo de guerra nos tempos de hoje, apesar do digital colaborar (o que não tinha em outros tempos), a globalização cobra uma velocidade muito maior dos fotojornalistas e de suas atualizações. 



Veja mais imagens de Jeff Widenner:


Fonte: www.jeffwidener.com

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Fotógrafo da Vez: Robert Doisneau

agosto 11, 2011 | por Helosa Araújo


Robert Doisneau, Francês, nascido no dia 14 de abril de 1912, tinha paixão por fotografar a vida social nas ruas de Paris. Seu nome chegou a ser bastante popular por conta das suas imagens bem humoradas e irônicas.

Robert Doisneau ficou conhecido pela sua modéstia. Passeava pelas mais diversas clases sociais com sua câmera na mão, mas os locais que mais marcaram suas visitas foram os cafés de Paris. Já pensou? No áuge da década de 50 (encantadora década de 50 em Paris) documentar a vida social das pessoas, muitas oprimidas pelo pós guerra e outras lutando por seu espaço no mundo. Inspirador! E Robert Doisneau fazia isso com primazia e louvor!

"As maravilhas da vida cotidiana são tão emocionantes. Nenhum diretor de filmes pode organizar o inesperado que você encontra na rua." - Robert Doisneau.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Fotógrafa da Vez: Claudia Jaguaribe

julho 21, 2011 | por Helosa Araújo

Reprodução
E para mais um 'Fotógrafo da Vez' apresento a fotógrafa Claudia Jaguaribe, não só para valorizar um pouco o meu gêneno [feminino] mas também por conta do estilo fotográfico que a Claudia segue. Baseada na fotografia digital, investiga a captura do contemporâneo. Movimento, Cor e textura são suas principais características.

A História da Claudia é fantástica, bastante diferente de outros fotógrafos: Nascida no Rio de Janeiro, é formada em História da Arte e por conta de uma imensa pesquisa plástica utilizou de algumas mídias (fotografia, video, internet) para lidar com a contemporaneidade.

As obras de Claudia Jaguaribe são bastante conhecidas, ela já expôs no Kennedy Center (Washington), MAM (RJ/SP), Instituto Tomie Ohtake e Poço das Artes. Sem contar com os títulos publicados.

Ela também participa do grupo FotoSpot, onde estão disponíveis algumas de suas obras a venda.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Fotógrafo da Vez: Peter Beard

junho 27, 2011 | por Helosa Araújo




E para mais um fotógrafo da vez, trago-lhes o Peter Beard, nova iorquino, nascido em 1938 ele é o rei da aventura fotográfica, conhecido a mais de 30 anos e principalmente com as crônicas "The End of the Games" sobre chacina de centenas de elefantes na Quênia.

Peter visitou a África, pela primeira vez, em 1955 e foi amor a primeira vista, para ele, Quênia era o paraíso. No mesmo ano, terminou o curso de letras na faculdade de Yale nos Estados Unidos e logo em seguida retorna a África e se entrega aos elefantes.

Peter Beard tinha tudo para seguir outros caminhos, vindo de uma família privilegiada financeiramente, estudou nas melhores escolas do país, se considerava uma criança "robot" cheio de mimos e descontente com atitudes de seu pai. E assim, decidiu tomar um romo oposto para sua vida, onde as aparências não dissessem nada, usando roupas em tons de terra e chinelos, aproveitando o que a vida tinha a lhe oferecer de melhor.

O grande lance do trabalho de Peter, são suas colagens em diários que começou quando ele tinha onze anos, e depois de anos ele resolveu ampliar. Fantástico.

Esse ano, a história aventureira do fotógrafo foi fonte de inspiração para estilistas no SPFW desse ano. Um deles foi a especialista em moda praia, Tininha, que se inspirou nos cliks de Peter Beard.

SPFW 2011
O seu olhar sobre a África




Calendário Pirelli





quinta-feira, 23 de junho de 2011

Fotógrafo da Vez: Robert Capa

junho 23, 2011 | por Helosa Araújo



Toda história sobre grandes fotógrafos são sempre grandiosas e significativas, cheias de demonstração de força de vontade e amor a profissão e pela arte. Desta vez, temos Robert Capa (1913 - 1954), corajoso fotojornalista conhecido pelas cinco grandes guerras que cobriu (Guerra Civil Espanhola, Segunda Guerra Sino Japonesa, Segunda Guerra Mundial, Guerra Árabe-Israelense, Primeira Guerra da Indochina).

O Húngaro fotógrafo de guerra vivendo sem muitas escolhas no regime fechado da Hungria saiu de casa aos 18 anos e encontrou sua liberdade na fotografia em Berlin. Como todos os fotógrafos da área, Robert Capa estava a postos a qualquer revolução e as guerras eram como eventos glamourosos cheios de nomes de pessoas conhecidas e importantes.

Sua primeira grande foto foi clicada em um discurso em Copenhagen de Leon Trosky sobre o "Significado da Revolução Russa" em 1932. Logo em seguida em 1936 Robert Capa estava fotografando a Guerra Civil Espanhola.

Muitas de sua fotografias já vimos em livros de histórias, principalmente os fotógrafos/pesquisadores conhecem a maioria delas. Cada uma com uma grande história para contar, tanto fotográfica, quanto de guerra e vida, outras, simplesmente, viraram lenda.










Dentre livros publicados, histórias, exposições e tudo mais, será lançado um filme baseado no livro "A Espera de Robert Capa" dirigido por Michael Mann ("Inimigos Públicos") e Columbia Pisctures, tendo como atores protagonistas o Andrew Garfield e Gemma Arterton. Vamos aguardar para futuras críticas?

Fontes:

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Fotógrafo da vez: André Andrade

junho 09, 2011 | por Helosa Araújo

André Andrade / Reprodução
Como minha primeira postagem para o Resumo Fotográfico (escolhi com todo amor e carinho), apresento André Andrade, um dos grandes fotógrafos publicitários por quem me inspiro muito.

André Andrade teve seu contato pela primeira vez através de um presente (uma cãmera reflex 35mm) de seu pai aos 15 anos. Logo em seguida trabalhou como assistente de fotografia até seus 18 anos, quando exercia a função de fotógrafo paisagista que, mesmo executando com louvor, mal sabia que seu futuro estava quase que totalmente ligado a Fotografia Publicitária! Ganhou o prêmio Kodak na Italia em 1992 e colaborou para muitas revistas internacionais como Vogue, Italianas Max, Lei e etc. Quando André retornou ao Brasil passou então a desenvolver editoriais e projetos na fotografia publicitária!

E como manda a lei, vamos as imagens!