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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Paula Sampaio conversa com o público sobre O Lago do Esquecimento

dezembro 17, 2020 | por Debb Cabral

O 11º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia encerra o seu ciclo de debates com Paula Sampaio, artista convidada desta edição. A conversa “O Lago do Esquecimento e os esquecimentos” ocorre neste sábado (19), às 17:30h, e contará com a mediação de Mariano Klautau Filho e Alberto César Araújo, fotógrafo e pesquisador amazonense, mediador especialmente convidado para acompanhar o curador do projeto no debate. O encontro terá a transmissão ao vivo pelo canal do Diário Contemporâneo no YouTube.

Na ocasião, “a fotógrafa conversará sobre o conjunto de trabalhos que constituem a sua exposição individual “O Lago do Esquecimento”, realizada especialmente para a 11ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, assim como sobre seu trabalho fotográfico desenvolvido desde os anos 1980 sobre as grandes estradas que cortam a Amazônia e as populações e cidades que foram se formando no traçado dessas rodovias. Serão tratados também temas como a preservação e a difusão das imagens contemporâneas da região e seus acervos e arquivos”, explicou Mariano Klautau Filho, curador do projeto e da exposição da artista convidada.
 
Paula Sampaio. Foto: Miguel Chikaoka

Finitude e fragilidade 

O Lago do Esquecimento é um projeto que traz a denúncia e a reflexão sobre os impactos que o “desenvolvimento” traz na vida das pessoas. Uma comunidade existia com suas histórias, vivências e sonhos onde hoje é o lago sem vida da hidrelétrica de Tucuruí. Lançado no formato de livro 2013, o Lago continua a reverberar até hoje. 

“Estamos vivendo um momento único da humanidade, fomos todos profundamente afetados por essa pandemia que nos levou a rever nossas formas de vida. E esse trabalho fala da finitude e fragilidade dessa vida terrena para todos os seres e também dos novos começos que surgem diante das ‘mortes’ e esquecimentos que nos atravessam cotidianamente, questões que estão pairando sobre nós e também estão presentes nessa edição do Prêmio. Nesse sentido, no texto que apresenta esse trabalho escrito por Mariano Klautau Filho existe uma indagação muito instigante e pertinente, a partir de tudo que vemos e sentimos, ele lança a pergunta, afinal ‘o mundo ainda é bonito?", refletiu a artista. 

Sobre ter o ensaio de Paula Sampaio nesta edição, o curador observou que é de “toda a importância por no mínimo três razões: mostra a dimensão formal trágica que tem o trabalho da Paula, a contundência com que ela tratou o episódio do Lago de Tucuruí como uma floresta fossilizada e, em especial, a urgência do tema quando a Amazônia e as florestas brasileiras têm sido tratadas com um plano de destruição pelo atual governo federal”. 

Na exposição, as imagens estão presentes em mais de um formato. Além das fotografias também existem carta, mapa, projeção e um encarte especial preparado pela artista. Tudo isso gera novas ideias e reflexões. “Está sendo muito bom para mim ver essa edição das fotografias do Lago se relacionando com os outros trabalhos que são desdobramentos (Árvore) ou estão na origem desse projeto (Antônios e Cândidas). Fiquei especialmente feliz com a impressão e veiculação encartada no Jornal Diário do Pará do caderno ‘Antônios e Cândidas têm sonhos de sorte’. Ver as pessoas que fotografei e que me contaram suas histórias de vida ocupando esse espaço era um sonho da fotojornalista que sempre fui. Essa ideia materializada, por exemplo, já está gerando outros desdobramentos”, contou Paula. 

A exposição que está montada no Museu do Estado do Pará é resultado de um processo de muito diálogo e colaboração. “É a primeira vez que a fotógrafa reúne um conjunto expressivo do material do lago de Tucuruí em uma exposição. Creio que o trabalho merecia ser exibido em um espaço como o MEP. Estou muito contente com o resultado”, disse o curador.


O Lago do Esquecimento. Foto: Paula Sampaio

Mariano ainda acrescentou que “o encarte era um sonho antigo da Paula. Fiquei muito contente em contribuir com a realização desta peça, porque o suporte do encarte jornalístico é um meio que ela conhece muito por ter trabalhado no fotojornalismo impresso. Além de reunir uma somatória de suas experiências com os relatos dos moradores das várias regiões que ela fotografou ao longo das décadas, se transformou em sua primeira publicação de artista que foi para as bancas encartada em um jornal diário. Isso tem uma força e coerência muito importantes do ponto de vista conceitual do trabalho da Paula. A projeção também se revela como abrangência do seu trabalho documental já que se trata de um dos vídeos que performam um ato político, uma espécie de ação artística na paisagem do lago. São processos que já fazem parte do trabalho e que ganharam destaque nesta exposição”, finalizou. 

Biografias

Paula Sampaio nasceu em Belo Horizonte e migrou para a Amazônia ainda criança com a família. Formou-se em Jornalismo pela UFPA e atuou como fotojornalista por muitos anos. Ocupação, colonização da região, memórias orais e patrimônio imaterial são alguns dos temas recorrentes em seu trabalho. Suas séries são reflexões sobre a natureza e a fragilidade dos seres. Atualmente é responsável pelo Núcleo de Fotografia do Centro Cultural Sesc Ver-o-Peso e continua desenvolvendo seus projetos. No momento, dedica-se a organizar seu arquivo pessoal. 

Alberto César Araújo é graduado em Comunicação Social pelo Centro Universitário do Norte, Uninorte-Laureate e mestre pelo Programa de Pós-graduação de Letras e Artes, Universidade do Estado do Amazonas, UEA. Repórter fotográfico desde 1991, atuando em veículos de imprensa nacional e internacional. É editor de Fotografia da agência de jornalismo independente Amazônia Real, é também um dos ”nominators” do Programa 6X6 Global Talent da Fundação World Press Photo. 

Últimos dias de visitação

As mostras Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos, com curadoria convidada de Rosely Nakagawa, e O Lago do Esquecimento, individual de Paula Sampaio, com curadoria de Mariano Klautau Filho, seguem abertas ao público até 20 de dezembro, no Museu do Estado do Pará. A visitação presencial que deve ser agendada pelo site www.diariocontemporaneo.com.br. 

SERVIÇO: Paula Sampaio conversa com o público sobre O Lago do Esquecimento. Data: 19 de dezembro de 2020. Horário: 17:30h. Local: canal do projeto no YouTube. O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará com apoio institucional do Museu do Estado do Pará, do Sistema Integrado de Museus, SECULT e do Museu da UFPA; colaboração da Sol Informática, patrocínio da ALUBAR e patrocínio master da VALE. Informações: (91) 98367-2400, diariocontemporaneodfotografia@gmail.com e www.diariocontemporaneo.com.br.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Diário Contemporâneo aborda os totalitarismos em rede

dezembro 16, 2020 | por Debb Cabral

O 11º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia entra na reta final da sua programação de debates. As professoras Lucia Santaella (PUC/SP) e Val Sampaio (UFPA) integram a mesa “Totalitarismos em rede: imagem e opressão”, com mediação de Heldilene Reale. O encontro será nesta quinta-feira (17), às 19:30h e terá a transmissão ao vivo pelo canal do Diário Contemporâneo no YouTube.

Lucia Santaella (Foto: Divulgação), Val Sampaio (Foto: Divulgação) e Heldilene Reale (Foto: Natan Garcia)

As imagens em rede colocam os diversos discursos ao alcance de todos, inclusive as ideologias extremistas que reforçam violências e opressões.

“O tema em questão propõe refletirmos sobre a apropriação das imagens na cultura tecnológica no atual contexto, ressaltando os fenômenos de retorno às políticas extremistas conservadoras engendradas pelas dinâmicas em rede. Simbologias nas redes sociais são criadas para legitimar um discurso. Imagens e discursos intensamente compartilhados. A tecnologia nos apresenta infinitas possibilidades de produção, acesso e movimentação de imagens: memes, hashtags, arrobas, gifs, filtros, temas em fotos de perfis,... ‘Viralizar’ a imagem agrega a instantaneidade da assinatura de um discurso em rede, em ações democráticas ou totalitárias, em imagens que oprimem ou são oprimidas”, explicou Heldilene sobre questões que serão debatidas na programação que integra o eixo “Superfícies das imagens: estamos mergulhando?”, proposto por ela.

Val Sampaio fará a palestra “Sobre a existência das imagens e dos objetos técnicos” na qual irá refletir sobre a relação da humanidade com as imagens e os objetos digitais em um mundo saturado pela técnica/tecnologia, bem como o novo modelo de negócios das empresas baseadas na internet.

Já Lucia Santaella falará sobre o tema proposto pelo projeto a partir de suas pesquisas sobre comunicação tecnológica no contexto da rede como um grande conjunto de dados que pautam nossos comportamentos. Ela observa que, na transição da cultura de massa para a cultura digital, a convergência de mídias traz outras formas de consumo e produtos culturais.

Biografias

Lucia Santaella é pesquisadora do CNPq, professora titular na pós-graduação em Comunicação e Semiótica e coordenadora da pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (PUCSP). Doutora em Teoria Literária pela PUCSP e Livre-docente em Ciências da Comunicação pela USP. Fez repetidos estágios de pós-doutorado no exterior e foi professora e pesquisadora convidada em várias universidades europeias e latino-americanas. Já levou à defesa 248 mestres e doutores. Publicou 51 livros e organizou 24, além da publicação de quase 500 artigos no Brasil e no exterior. Recebeu os prêmios Jabuti (2002, 2009, 2011, 2014), o prêmio Sergio Motta (2005) e o prêmio Luiz Beltrão (2010).

Val Sampaio é artista visual, produtora e curadora independente. Tem experiência na área de produção, pesquisa em poéticas e crítica em Artes, com ênfase em arte contemporânea, design e novas mídias. Doutora e mestre em Comunicação e Semiótica (PUC/SP) e Pós-Doutorado em Poéticas Digitais (ECA/USP). Atualmente é professora adjunto da Universidade Federal do Pará, na Faculdade de Artes Visuais do Instituto de Ciências da Arte (ICA/UFPA). Professora, artista-pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Artes - do PPGARTES/UFPA.

Heldilene Reale é doutora em Artes (UFMG) e mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura (UNAMA). Sua trajetória artística desenvolvida desde 2005, vincula um processo que envolve aspectos da memória, patrimônio, narrativas orais, percursos de viagens e conflitos na Amazônia, utilizando multilinguagens. Atualmente atua como artista, pesquisadora e realiza curadoria na galeria do espaço cultural Candeeiro.

Últimos dias de visitação

As mostras Vastas Emoções e Pensamentos Imperfeitos, com curadoria convidada de Rosely Nakagawa, e O Lago do Esquecimento, individual de Paula Sampaio, com curadoria de Mariano Klautau Filho, seguem abertas ao público até 20 de dezembro, no Museu do Estado do Pará. Esta é a última semana para a visitação presencial, que deve ser agendada pelo site www.diariocontemporaneo.com.br.

SERVIÇO:Diário Contemporâneo aborda os totalitarismos em rede. Data: 17 de dezembro de 2020. Horário: 19:30h. Local: canal do projeto no YouTube. O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará com apoio institucional do Museu do Estado do Pará, do Sistema Integrado de Museus, SECULT e do Museu da UFPA; colaboração da Sol Informática, patrocínio da ALUBAR e patrocínio master da VALE. Informações: (91) 98367-2400, diariocontemporaneodfotografia@gmail.com e www.diariocontemporaneo.com.br.

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Diário Contemporâneo debate os arquivos fotográficos

dezembro 08, 2020 | por Debb Cabral

Os pesquisadores Heloisa Espada e Nelson Sanjad participam da mesa “Arquivos fotográficos, estudos e curadoria” pelo 11º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. O encontro será na quinta-feira (10), às 19h, transmitido ao vivo pelo canal do YouTube do Diário Contemporâneo. 

Em sua fala individual “O mundo vegetal de Jacques Huber”, Nelson irá apresentar um panorama sobre o acervo do Museu Paraense Emílio Goeldi com destaque para o seu estudo sobre trabalho de Jacques Huber.

Heloisa Espada (Foto: Fernando Rabelo) e Nelson Sanjad (Foto: Divulgação)

Já em “Arquivo Peter Scheir – acervo e curadoria”, Heloisa fará uma apresentação sobre o acervo do Instituto Moreira Salles com destaque sobre sua curadoria da exposição “Arquivo Peter Scheir”, realizada neste ano no IMS Paulista. 

Para a exposição, foi iniciada uma pesquisa no acervo composto por cerca de 35.000 itens – entre negativos fotográficos, cópias de época e documentos – do fotógrafo. Os estudos dos arquivos fotográficos são importantes para conceituar estes documentos dentro de um contexto e, assim, os colocar em diálogo com o momento atual. São essas reflexões que garantem que a relevância das produções anteriores, bem como o resgate da memória. 

“Trabalhamos a partir de negativos que deram origem a cópias contemporâneas, a partir de impressões fotográficas de época e de revistas que originalmente divulgaram as imagens de Scheier. Este estudo de caso envolve uma discussão sobre os critérios de seleção de fotografias comerciais e jornalísticas mostradas em ambientes museológicos. Além disso, implica numa reflexão sobre como escolhas relativas a dimensão das fotos, tipos de papel, molduras, arquitetura e mobiliário expositivo interferem no significado das obras”, explicou Heloisa sobre a apresentação a ser realizada. 

A palestra integra o eixo “Arquivo, documento e documentário”, proposto por Sávio Stoco, integrante do comitê cientifico desta edição, que realizará a mediação da programação ao lado de Mariano Klautau Filho, curador geral do projeto. 

Biografias

Heloisa Espada é curadora do Instituto Moreira Salles e doutora em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Curadora, pesquisadora e crítica de arte. Com trânsito nacional e internacional, é um dos principais nomes da pesquisa sobre arte concreta, especialmente sobre fotografia. 

Nelson Sanjad é pesquisador do Museu Paraense Emílio Goeldi/MCTIC, professor do Programa de Pós-Graduação em História/UFPA e editor Adjunto de História, Ciências, Saúde-Manguinhos desde 2015. 

SERVIÇO: Diário Contemporâneo debate os arquivos fotográficos. Data: 10 de dezembro de 2020. Horário: 19h. Local: canal do YouTube do projeto. O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará com apoio institucional do Museu do Estado do Pará, do Sistema Integrado de Museus, SECULT e do Museu da UFPA; colaboração da Sol Informática, patrocínio da ALUBAR e patrocínio master da VALE. Informações: (91) 98367-2400, diariocontemporaneodfotografia@gmail.com e www.diariocontemporaneo.com.br.

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Diário Contemporâneo debate os apagamentos e mergulhos nas imagens

novembro 30, 2020 | por Debb Cabral

O 11º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia realiza mais uma programação de debates. Os professores Ramon Reis (UFPA) e Gil Vieira (UNIFESSPA) integram a mesa “Sublinhando apagamentos: mergulhos necessários”, com mediação de Heldilene Reale. O encontro será na quinta-feira (03), às 19h, transmitido ao vivo pelo canal do Diário Contemporâneo no Youtube

Gil Vieira discutirá a “Arte contemporânea e as Amazônias submersas” e Ramon Reis fará uma apresentação com o tema “Entre visões e poder”.

Gil Vieira (Foto: Divulgação), Ramon Reis (Foto: Divulgação) e Heldilene Reale (Foto: Natan Garcia)

A conversa integra o eixo “Superfícies das imagens: estamos mergulhando?” proposto por Heldilene. “A arte está sempre vivendo um ciclo de apropriações que, ora interfere positivamente com o roteiro de uma história, ora a silencia. O discurso colonizador sobrepôs narrativas de vida e de existências. Manter-se vivo na arte significa resistir, pois dentro da própria história da arte esta existência é escrita sob a insistência de apagamentos. Na certeza que o texto escrito também forma uma imagem, quantas imagens deformaram o que entendemos de nossa própria história? A partir de narrativas e ressignificação de discursos na História sublinham-se os sujeitos de uma história, tanto os comumente vistos, quanto os até então apagados. Ao dar a voz aos seus protagonistas ganha-se a possibilidade de um mergulho”, refletiu ela sobre questões como hegemonia e superficialidade do discurso que serão debatidas na programação. 

Biografias

Ramon Reis é mestrando em Artes, licenciado e bacharel em Artes Visuais pela Universidade Federal do Pará. É artista visual e atuou como professor de Arte da Secretaria de Estado de Educação do Pará (SEDUC). Professor colaborador do Plano Nacional para Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR) e pesquisador do Laboratório de Experimentação em Filosofia, Arte e Política na Amazônia da UFPA. 

Gil Vieira Costa é doutor em História pela UFPA e mestre em Artes pela mesma instituição. É professor na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). Publicou o livro "Espaços em trânsito: múltiplas territorialidades da arte contemporânea paraense" (2014), que recebeu o Prêmio Vicente Salles - Gênero Ensaio, no Prêmio IAP de Artes Literárias 2013. É membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas e da Associação Brasileira de Críticos de Arte. 

Heldilene Reale é doutora em Artes (UFMG) e mestre em Comunicação, Linguagem e Cultura (UNAMA). Sua trajetória artística desenvolvida desde 2005, vincula um processo que envolve aspectos da memória, patrimônio, narrativas orais, percursos de viagens e conflitos na Amazônia, utilizando multilinguagens. Atualmente atua como artista, pesquisadora e realiza curadoria na galeria do espaço cultural Candeeiro. 

SERVIÇO: Diário Contemporâneo debate as superfícies das imagens. Data: 03 de dezembro de 2020. Horário: 19h. Local: canal do projeto no YouTube. O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará com apoio institucional do Museu do Estado do Pará, do Sistema Integrado de Museus, SECULT e do Museu da UFPA; colaboração da Sol Informática, patrocínio da ALUBAR e patrocínio master da VALE. Informações: (91) 98367-2400, diariocontemporaneodfotografia@gmail.com e www.diariocontemporaneo.com.br.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Encontro discute uso da câmera obscura e experimentações na fotografia contemporânea

agosto 17, 2017 | por Resumo Fotográfico

Foto da série "Etéreos" de Ana Angélica Costa

A Sexta Livre do Ateliê da Imagem, em comemoração ao Dia Internacional da Fotografia, programou para esta sexta-feira (18), às 19h, um debate aberto ao público, com as artistas visuais Ana Angélica Costa e Tatiana Altberg, com mediação de Leandro Pimentel.

A proposta do encontro é discutir sobre a câmera obscura e experimentações na fotografia. A ideia é conhecer e conversar sobre trabalhos fotográficos que hoje se utilizam da câmera obscura como uma alternativa de linguagem.

SERVIÇO

Sexta Livre
Data: 18 de agosto, às 19h
Local: Ateliê da Imagem - Avenida Pasteur, 453, Rio de Janeiro
Informações: (21) 2541 3314 | ateliedaimagem@gmail.com
Entrada franca

sábado, 1 de julho de 2017

UFMG promove conversa sobre as relações entre fotografia, paisagem e território

julho 01, 2017 | por Resumo Fotográfico

Fotos: Viviane Sousa

O projeto de extensão Espaço f – espaço de exposições na área de fotografia na Escola de Belas Artes da UFMG, realiza na segunda-feira, 3 de julho, às 14h, no Auditório Álvaro Apocalypse, uma roda de conversa sobre a exposição ‘Foto-topólogos, paisagens e territórios’. Segundo o condenador do projeto, professor Adolfo Cifuentes, “trata-se de uma mostra que traz a tona relações entre fotografia, paisagem e território, com obras de ambientalistas, geógrafos, artistas que trabalham com esse recorte”, explicou.

A roda de conversa contará com a participação de artistas que falarão sobre o processo criativo e o uso da fotografia como ferramenta em seus trabalhos. Participam da roda de conversa Fernanda Rennó e André Hauck – vencedor do Prêmio Funarte de Arte Contemporânea em 2014. Também integra o bate papo Lucas Lobato, mestrando na área da Geografia, que vai falar do uso da fotografia como ferramenta em sala de aula para o ensino da Geografia. Aberto ao público, o debate terá como moderadores os professores da EBA Adolfo Cifuentes e Paulo Baptista.

A exposição ‘Foto-topólogos, paisagens e territórios’ conta com fotos de Adaiany Rodrigues, Ana Martins, André Delfino, Bruno Rios, Leticia Barbeito Andrés, Lucas Lobato, Luiz Prado, Natacha Araújo, Ronaldo Lazzarotti, Rubens Weil e Viviane Souza.

A Escola de Belas Artes da UFMG está localizada no Campus Pampulha, Avenida Presidente Antônio Carlos, 6627, em Belo Horizonte/MG.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Mesa 7 propõe diálogo sobre a fotografia contemporânea

novembro 18, 2014 | por Resumo Fotográfico

Mesa7 2013 (Ytallo Barreto)

Estruturado sobre o tema “Falha no Sistema: Fotografia, Mídia e Poder”, o debate da quarta edição do projeto Mesa7, organizado pelo 7Fotografia, com patrocínio do Funcultura/Governo do Estado de Pernambuco, traz como convidados o fotógrafo Rafael Vilela, da Mídia Ninja, e a professora Lucia Santaella, da PUC-SP, com mediação do professor da UFPE José Afonso Jr.

A ideia é dialogar com o público sobre a construção visual contemporânea, a partir de atuações, ações e pessoas que encontraram ou criaram alternativas ao sistema, e, a partir dessas brechas, plantaram novos caminhos, desestabilizaram a ordem, subvertendo o ‘modus operandi’ da mídia tradicional. Aberto ao público, o evento começa às 18h, na próxima sexta-feira (21), no Museu da Cidade do Recife – Forte das Cinco Pontas, no Recife.

Programação

Dia 21/11
  • 18h/20h – Foto Escambo (Inscrições)
  • 20h/21h30 – Bate papo com os convidados: Mídia Ninja (Rafael Vilela/ SP), Lúcia Santaella (SP) e José Afonso Jr. (PE).
  • 21h30/22h – Projeção de fotografias
  • 22h/00h – Foto Escambo (Troca de fotos
Dia 06/12
  • Leitura de Portfólios e Lançamento do livro “Voto”, de Ana Lira

Oficinas

Em 2014, o Mesa7 promove no Recife três eventos de formação voltados para a expansão e aprofundamento das discussões em torno do processo criativo no campo da fotografia. São eles os cursos “Fotografia e Literatura”, com Bella Valle, “O corpo no processo de criação da fotografia”, com Val Lima, e “Jornada Pessoal”, com Ana Lira. Em edição especial, os cursos buscarão dialogar com o tema do evento deste ano, “Falha no Sistema”.
  • De 24 e 26/11 e 1, 3, 8, 10, 15 e 17/12 – Oficina Uma Jornada Pessoal, de Ana Lira
  • De 24/11 a 28/11 – Oficina Fotografia e Literatura, de Bella Valle
  • Dia 29/11 – Oficina O Corpo na Fotografia, de Val Lima
As inscrições estão abertas até o dia 20 de novembro e devem ser feitas através do e-mail mesa7@7fotografia.com.br.

Informações: www.7fotografia.com.br