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sábado, 22 de outubro de 2016

Fotógrafo transforma sua filha de 3 anos na Mulher Maravilha

outubro 22, 2016 | por Carol França


Josh Rossi não é somente um talentoso fotógrafo comercial, ele é também um incrível pai. Quando sua filha de 3 anos Nellee compartilhou com ele seu sonho de se tornar a Mulher Maravilha, Rossi fez todo o possível para fazer uma fantasia incrível e criar uma sessão de fotos esmagadora!

A fantasia custou 1.500 dólares (cerca de 4.700 Reais) e foi feita a mão, bem como os acessórios e a sessão de fotos que custaram a ele ao todo este preço. Nada parecido com o preço de uma fantasia normal que você poderia encontrar no Walmart por exemplo.


Foram precisos meses de preparação para criar a fantasia. Estudaram o trailer da estreia do novo filme e até mesmo chegaram a assistir a série dos anos 70 com toda a família. Então, quando chegou o tão esperado (e longo) dia da sessão de fotos, a menininha Já estava preparada com muitas expressões e trejeitos da personagem para fazer as poses! Foi aí que o real e divertido trabalho começou!

Ajudada por um grupo de familiares e amigos que podemos chamar de “Liga da Justiça”, Rossi começou fotografar e compor todas as imagens que ele precisava para criar algumas poses épicas!

As fotos finais, na maior parte, derivam de composições "simples" com alguns efeitos de Photoshop para aperfeiçoamento.





Porém para algumas poses, realmente foi necessária a ajuda da liga da justiça, além de muito suor e esforço de Rossi em trabalhar suas habilidades no Photoshop.


E, claro, nenhuma sessão de fotos épica como esta estaria completa sem um vídeo dos bastidores. Conheça Josh e a Nellee Mulher Maravilha e veja como toda a sessão de fotos no vídeo abaixo:



Para ver mais do trabalho de Rossi siga-o no Instragram ou entre em seu site. Seu portfólio é extremamente bem feito, apesar de, para nossa tristeza, não envolver crianças de 3 anos de idade virando super heroínas a todo tempo.

Fonte: Full Time Photographer (via PetaPixel)

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Como fotografar a si mesmo nu

junho 06, 2016 | por Carol França

Usando um temporizador e sua própria força, as imagens de Polly Penrose detalham uma bela relação entre seu corpo nu e espaços abandonados


Olhando para fotografias de Polly Penrose, você nunca iria pensar que havia um pingo de baixa autoestima. Registrando-se em sites de imobiliárias para observar os locais mais interessantes, abandonados, e usando seu corpo nu como acessório de composição do espaço, o seu trabalho é forte porém sereno, enquanto ela se debruça entre cadeiras, debaixo de uma escada ou aninhasse-se "como um peru" entre duas paredes.

Quando Polly começou a tirar fotos há dez anos a sua baixa autoestima quase tomou conta dela. "Eu sempre quis tirar fotografias mas eu nunca fiz. Fiz de tudo antes de fotografar", diz ela. "Eu apenas pensei que eu precisava saber como usar uma câmera em primeiro lugar, então eu comecei a me fotografar. Tudo que eu pudesse encontrar, eu iria fotografar" Percebendo que ela tinha uma queda por autorretratos de nu, ela trocou seu trabalho em PA(secretaria executiva) por Ewan McGregor com o cargo de gestão no estúdio Tim Walker, antes de começar a trabalhar sozinha e equilibrar a maternidade e seu portfólio cada vez maior de trabalho.

Em sua mostra individual "10 Seconds", na Galeria Hoxton em Londres, de 6 a 8 de maio, a revista Dazed entrevistou Penrose a respeito de seu trabalho, como tudo começou e onde está agora. Ela então deu um guia sobre como tirar fotos de si mesmo nu.

Utilize seus arredores

"Meu pai era um promotor imobiliário em Dorset e ele iria desenvolver celeiros em espaços incríveis, então eu comecei a fazer esses auto-retratos nestes espaços interagindo com eles.

Ele fica muito horrorizado, ainda bem. Eu pensava 'eu posso ter as chaves e ir lá e tirar algumas fotos? É muito estranho ... No momento, a única maneira encontrar locais interessantes era através de agentes imobiliários, por isso falava friamente aos agentes 'oi, eu sou fotógrafa. Estava pensando, posso usar esta casa? É muito bonita, eu tiro fotos em casas antigas ', e eles respondiam “que tipo de fotografia que você faz '... e honestamente eu tinha que dizer-lhes porque eles poderiam ver o meu site. E havia aquele momento constragedor de “ ah, sim, certo '. As pessoas ficam tão horrorizadas e é tão estranho; Quer dizer, eu me transformo, tiro todas as minhas roupas, inicio pulando, pendurado-me nas lareiras - mas é um ritual e, para mim, eu realmente preciso dele. Eu sempre tive necessidade de tirar fotos. Eu nunca tenho tempo para mim a não ser quando estou dormindo (devido a seus dois filhos), então com isso eu posso respirar e entrar em transe, e é muito desestressante. "


Encontre um mentor

"Obviamente, eu não falar sobre as minhas fotos com Tim (Walker) - elas são opostas, porque as dele são tão orquestradas, extremas e teatrais enquanto as minhas são tão despojadas. Nada disso é realmente sobre imagens, é mais um estado de espírito sobre a forma como você se aproxima das imagens, mas o que eu guardei de Tim é a lembrança de dizer a ele, 'não temos tempo e você sabe que nós estamos procurando por uma casa, eu estou grávida e não há lugar para fotografar. Eu estava muito frustrada porque eu não tinha tirado uma foto há tempos, etc ', e ele era disse "pare de dar desculpas apenas encontre algum lugar. Seja proativa e apenas siga em frente '. Isso é o que ele faz! Ele é aquele que diz, 'eu quero um rebanho de renas em um armário', e ele vai fazer isso acontecer. Ele é incrível e eu acho que é realmente importante, porque há tantos procrastinadores, e eu posso adiar para sempre e colocar paredes em torno dele e dizer que eu não posso fazer isso e que não é perfeito e é preciso muita energia e eu estou cansada…. E ele sempre: 'cale-se. Se você quiser fazê-lo, faça!” e eu acho que foi a coisa mais importante que ele me ensinou. E também apenas para fotografe o que você deseja fotografar. Tim nunca se sentiu preso à ideia do que a fotografia de moda deveria ser, ele só faz, coloca pra fora, e ele nunca pensa 'oh será que alguém vai gostar disso? E sim, se ele gosta.

"Estamos tão cercados de imagens altamente sexualizadas! Estamos cegos para isso, de modo que nesse momento uma imagem pura como a minha é de alguma forma bastante chocante porque é realmente honesta "- Polly Penrose

   

Vá sozinho

"Obviamente, um monte de nus de mulheres são feitos por homens e isso é uma outra coisa. Mesmo que tiradas por uma mulher, sempre é uma conversa entre duas pessoas, é alguém tirarando uma foto de alguém. E você reage às pessoas, ao passo que eu não tenho ninguém para reagir. Eu reajo ao espaço e esqueço que a câmera está lá, e eu amo, amo as casas e os espaços, há algo bastante emocionante sobre um monte desses lugares porque muitos deles vão ser derrubado, e eles receberam os últimos pés em seus solos (os meus ao fotografar) "

Conheça o corretor imobiliário local

"Você vai para este espaço que tem sido uma casa de família, ou talvez coisas terríveis aconteceram naquele lugar. Naquela imagem onde estou debaixo da escada em pose de yoga Eu olhava e pensava ' é sob a escada onde as pessoas têm passado para subir e descer, mas ninguém nunca se pressionou sobre ela '. Eu tive esse desejo só para dar essa interação humana, e foi quando eu comecei a pensar sobre o que eu estava fazendo. Acho que evoluiu mais - é uma espécie de transformação. E, de repente, comecei a pensar sobre o que eu estou fazendo como um projeto. Não era mais sobre praticar e ficar aleatoriamente com a câmera, foi quando eu comecei a levar a sério. "


Esqueça a técnica

"Eu não usar luzes a menos que seja escuro como breu, eu penso sobre de onde as luzes estão vindo e tento fazer o que posso, mas eu sou assim atrapalhada; Eu tentei usar plataformas de iluminação e eles nunca pareciam uma boa ideia – bem, na imagem sob as escadas está aceso porque era completamente escuro - mas eu acho que é uma outra razão para que minhas fotos tenham uma característica única. Eu estou trabalhando com o espaço, estou trabalhando comigo e trabalhar com a luz que está lá; tudo é sobre o que o ambiente dispõe, nada é criado, nem mesmo a iluminação, a menos que eu precise. "

Nu não significa sexy

"Meu corpo é um adereço. Eu vou para estes espaços e os uso para obter a melhor imagem que eu possa obter naquele espaço, as mais interessantes, dinâmicas ... A única coisa que eu pensava quando estava fazendo as fotografias era que eu sou forte. Eu sou muito boa em ginástica, sou muito flexível. Acho que ver um corpo fazer essas coisas é interessante e eu queria mostrar corpo de uma mulher fazendo isso. As fotos não são sexual e eu não queria nada de sexual. Eu não sou contra isso, eu amo belas imagens sedutoras de mulheres, mas a ideia era mais documentar a performance de um corpo dentro de um espaço e o que ele pode (fazer nesse espaço), e eu queria que fosse forte, dinâmica, capaz, interessante. Eu não queria fingir sobre algo que não sou. Meu corpo não é espetacular; não é gordo, não é magro, é apenas um corpo bastante normal. Então você não olhar para o meu corpo e ir 'oh meu deus, olhe para que o corpo' você vai pensar 'olha aquele corpo no espaço ".


Suas emoções estarão à mostra

"Você pode dizer o que eu estava passando, como por exemplo uma (fotografia) que eu estou com o tecido em cima de mim, que era sobre a mãe de Billy (meu marido) que estava morrendo de câncer. Elas (fotografias) quase se pareciam como um tecido corporal, eu apareço escondida. Em outras retrato o momento que fiquei noiva e iria me casar, essas fotos são realmente vibrante, muito coloridas e super, super dinâmicas e exuberantes. Mas eu não o leitor vai interpretar, ou me “ler” tentando encontrar algum talento artístico, onde não há realmente nenhum ".

Teste os limites da censura

"Eu tive um monte de fotos censuradas e é por isso que eu coloquei tarjas nos mamilos e bustos, mas me irritava porque estraga a imagem. Você poderia olhar para um anúncio de de lingerie da M & S que são mais sexuais do que as imagens que eu colocava aparecendo meus mamilos - estamos tão envolvidos em imagens altamente sexualizadas! É tão estranho, porque elas não são chocantes, mas o fato de que eu possa estar à vontade com o meu corpo pessoas choca bastante as pessoas. Quer dizer, eu tenho cicatrizes de quando recebi uma redução de mama, flacidez, barriga com marca de duas gestações, mas eu adoro isso. Eu não amo como se eu quisesse desfilar por uma boate com roupa curta, mas nessa situação, nas fotos, estranhamente essas mudanças no meu corpo se tornam realmente interessantes.

Eu só estou tentando obter através do corpo humano sua forma mais simples, e que é uma ferramenta bonita nas minhas fotos, não é que as minhas fotos são necessariamente sobre o meu corpo, mas eles são mais sobre o corpo e o que ele está interagindo com ele. "

   

Saiba que pode se machucar, um pouco

"Eu não sou corajosa o suficiente para mostrar o meu rosto. As posições em que me fotografo não seriam tão poderosos se você pudesse ver meu rosto. Eu acho que quando você vê um rosto, você olha para um rosto e quando você vê um corpo sem rosto, a linguagem corporal é muito mais poderosa, porque você não está lendo a partir dos olhos. Além disso, você não quer ver o meu rosto em algumas delas, porque eu estou esforçando-me como um animal selvagem e não é bonito (risos).

Porque eu uso o temporizador da câmera a conversa é bastante brutal. Alguns delas quando eu não entro na pose em tempo, meu rosto está lá na foto e ela torna-se menos poderosa, elas são hilariantes. Você tem esta imagem serena e bonita (mas) como você chegou lá não poderia tanto: é feio, é desorientada, e é bastante agressivo... escalar com as máquinas tendo hematomas e cortes - é tão brutal. Eu tenho que fazê-lo como 50 ou 60 vezes para obter um bom resultado. Às vezes é tenho uma foto coringa que será única na edição e que parece incrível, mas às vezes é apenas incrivelmente óbvio. Hoje em dia eu domino o que estou fazendo. É o ambiente que explicita as poses.

Eu sempre volto olho na câmera; que pé não parece certo, que precisa ser dobrado, que cotovelo precisa estar lá, as vezes preciso fazer isso umas 50 vezes. Meu corpo vai marcar e lembrar, é por isso que não é sobre o meu rosto. É realmente sobre o corpo e sobre a forma. Tornou-se uma coisa agora, embora eu ache que seria estranho mostrar meu rosto, mas falando assim soo como Michael Jackson ... "


Por último, exponha-se para si

"Entrei em uma competição chamada de Londres Photographic Association e foi um nu. Eu só entrei e pronto; por que não? seria uma coisa muito interessante. Eu ganhei e pensei: ‘Eu sou alguma coisa’. É horrível que você precise de aprovação de outras pessoas, mas o fato de que é apenas como seres humanos que a vida acontece, o fato de que alguém tenha dito; 'Oh estes são bons', então realmente tomei a sério o meu trabalho, o que sempre foi um problema para mim, eu sempre me colocava para baixo. Eu tenho um monte de amigos que são fotógrafos - muito, muito bons - e eles têm luzes e técnicas incríveis e artistas e mulheres à disposição. Passei anos dizendo 'Eu não sou uma fotógrafa. Eu nem sei como usar luzes ', mas na verdade, é como se eu não precisasse de luzes e esse é o tipo de artista que eu sou e eu apenas uso o que está disponível, sou realmente boa no que faço, faço com belas imagens a partir disso e eu estou orgulhosa disso. Eu consigo dizer isso agora, mas me gastou anos para conseguir fazê-lo”



Fonte: Dazed

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Redescobrindo Robert Mapplethorpe

abril 01, 2016 | por Carol França

Duas exposições, um livro e um documentário para dar uma olhada por detrás do extenso corpo de trabalho do fotógrafo Robert Mapplethorpe


De fetichistas à flores, os meticulosos trabalhos do fotógrafo Robert Mapplethorpe lançam uma abordagem clássica sobre seu assunto. Ele criou, com um foco bem nítido, imagens posadas impecáveis e limpas mesmo se fosse tirando uma máscara de couro com zíper ou um lírio murcho cuidadosamente colocado. Enquanto representação artística, a cultura BDSM (sadomasoquista) de Nova York nos anos 70 retratada por Robert pode conter algumas das suas imagens mais notáveis. As obras de Mapplethorpe se estendem muito além ternos de látex e homens nus.

Hoje, 27 anos depois de sua morte, é o ano de Mapplethorpe. Há um novo livro da Phaidon, “Mapplethorpe Flora: The Complete Flowers”. Há também exposições abertas recentemente no Los Angeles County Museum of Art e no Museu Getty, assim como o próximo documentário da HBO, “Mapplethorpe: Look at the Pictures”, que vai ao ar dia 4 de abril. As exposições colaborativas, “Robert Mapplethorpe: The Perfect Medium”, ilumina sua prolífica produção, com mais de 300 obras. LACMA apresenta uma ampla faixa de suas fotos, classificadas como sexualizadas fotografias instantâneas, que refletem o desejo masculino gay em retratos criativos notáveis, como seu amigo e ex-amante Patti Smith; a vocalista Debbie Harry da banda Blondie e o ícone da arte pop, Andy Warhol. A exposição também apresenta uma visão inferencial de uma New York City perdida, os tensos primeiros dias nos clubes sexuais do centro da cidade, estrelas de arte ascendentes, e a nova tendência da vida tribuna. Além disso, ele apresenta obras não fotográficas de Mapplethorpe, incluindo colagens, design de jóias e peças de moda, revelando a cultura que ele tantas vezes experimentou em privado - em sua vida cotidiana, Mapplethorpe foi confinado por um sentimento anti-gay penetrante de sua geração, mas em seu estúdio, ele era verdadeiramente livre.


O Museu Getty exibe numerosas obras, incluindo a fotografia de rua de Mapplethorpe, fotos fora de seu estúdio em Manhattan, bem como peças firmemente enraizadas historicamente. Capturando alabastros ou tons de pele de ônix, Mapplethorpe era adepto a representar corpos carnudos quase esculturais, como a imagem de Thomas de 1987, um homem americano Africano nu posicionado em uma estrutura circular, uma forma que lembra as imagens em antigas urnas gregas. Seu retrato em 1983, um busto estilo Ken Moody capta sua quase simétrica psíquica pele prateada processada em filme preto e branco, marca registrada de Mapplethorpe. Ele também desafiou as normas de gênero com suas fotografias de Lisa Lyon, uma fisiculturista, cuja figura muscular ofusca os padrões da época de masculinidade e feminilidade. Adjacente à exposição Getty é a emoção da perseguição: A coleção de Wagstaff de fotografias, uma exploração da influência de seu relacionamento com colecionador de arte Sam Wagstaff, parceiro de longa data de Mapplethorpe e patrono, com peças históricas de sua coleção expansiva, que foi adquirida pela o museu em 1984.

Após anos de obras tensas e controversas – sua exibição em 1986 “Black Males” ganhou críticas por sua fetichização aparentemente racializada - Mapplethorpe abruptamente mudou seu foco para tulipas e flores, que não é tão chocante quando se considera que as flores são os órgãos reprodutivos de plantas . Na arte, uma flor nunca é apenas uma flor. Eles são símbolos, como aqueles do século 17, flamingos, naturezas-mortas representando banquetes e buquês que não eram apenas comemorações dos luxos; eles eram um presságio fúnebre, um lembrete de cada canto melódico das flores, e de que todas as festas chegam a um fim. Para Mapplethorpe, como ele estava fotografando essas naturezas-mortas, sua própria vida estava se movendo em direção à morte. Ele contraiu AIDS em 1986 e morreu três anos mais tarde. Nas imagens que ele deixou para trás, Mapplethorpe talvez revele o caráter guiando sua prática artística: momentos de alegria inevitavelmente se transformam em memórias, mas uma fotografia vive para sempre.







Fonte: Time

quinta-feira, 31 de março de 2016

Cara Delevingne estrela a nova campanha da Saint Laurent

março 31, 2016 | por Carol França

A modelo e atriz britânica foi fotografada por Hedi Slimane, diretor criativo da grife francesa. 

Nesta quarta-feira (30), a grife francesa Saint Laurent apresentou a sua mais recente campanha publicitária, ‘La Collection De Paris’, que apresenta a modelo e atriz Cara Delevingne em um ensaio fotografado por Hedi Slimane. As imagens retratam a estrela em um figurino com uma modelagem icônica "Le Smoking", juntamente com peças da coleção feminina AW16 que estreou no Paris Fashion Week no início deste mês. 

Com ombros exagerados, com cintos cinturados e brincos geométricos, estas peças (juntamente com a coleção mais ampla) incorporam uma referência clara à moda e glamour da década de 1980. O cabelo penteado para trás e os lábios vermelhos por outro lado, são referências ao clássico estilo fotográfico de Slimane. 





Fonte: Dazed

terça-feira, 29 de março de 2016

Bailarina retrata os bastidores reais do mundo da dança

março 29, 2016 | por Carol França


São Petersburgo é uma cidade que agrega diversos tipos de artistas, além de ser, primeiramente, a cidade da herança do Ballet Russo. É nessa cidade que vive uma talentosa bailarina e fotógrafa, Darian Volkova, criadora do projeto Soul In Feet (alma nos pés)

“Quero dar às pessoas a oportunidade de verem o balé pelos olhos de uma bailarina. A dança não representa só um mundo da beleza, mas é todo um universo de imagens e sensações”, diz Darian.

A bailarina frequentemente viaja para apresentar com a companhia de ballet e nunca se esquece de registrar os bastidores do universo da dança. Ela fotografou da Russia à Islândia.

“O último destino foi a França. Foi inesquecível. Eu sempre gosto de trabalhar com isto, digo, com bailarinos de outros países. Eles tem formação em dança diferentes mas ainda assim, nos completamos."

Darian fotografa as Bailarinas do Mariinsky, Mikhailovsky e outros teatros. Ela gosta da fotografia cara a cara, o que as vezes torna seu trabalho similar pygmalion e Galatea. Darian se porta como uma escultora. Dançar e criar é o que a faz sentir viva.













Para conhecer mais sobre o trabalho de Darian, acesse: darianvolkova.com.

Fonte: Boredpanda